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Carnaval de Mariana contempla artistas locais e visibilidade do movimento negro

No terceiro dia de folia, domingo (11), para além dos clássicos carnavalescos: samba e axé, o público prestigiou ritmos como o forró, funk, pop, rock e o rap, estilo que tem ganhado cada vez mais espaço e representatividade no cenário marianense. 

No palco do Terminal Turístico, o coletivo TT1 movimentou a festa. Para Edivandro Pires, integrante do grupo, participar dos eventos na cidade é pregar a referência do hip hop. “A gente acredita que a cultura do hip hop salva vidas. Com essa união da galera, um apoiando o outro, a gente consegue chegar onde tem abertura e no carnaval, é a primeira vez que nos apresentamos. É uma satisfação, porque a gente sabe que a época do carnaval traz emoção e a vontade de comemorar” afirma o rapper. 

O grupo, criado em 2021 no bairro Cabanas, é formado por artistas locais e começou com cinco pessoas. Atualmente, somam 20 integrantes, de diferentes bairros, que levam a resistência e as referências da cultura preta para os palcos da cidade. Guilherme Minardi, também conhecido como Guina, é produtor musical do grupo e afirma que a preocupação com a cultura local está presente em cada detalhe. A sigla TT1, por exemplo, é abreviação para “Trem Tem 1”. Segundo o produtor, “quando os meninos criaram o grupo, estavam com a vontade de trazer o tom local, tem muito disso no rap mineiro e não tem nada mais mineiro que a palavra ‘trem”, conta.

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